Fala, pessoal! Tudo na paz? Tio Leo, por aqui.
Hoje vamos falar sobre o resumo da Parte 2 do Livro: O Custo do
Discipulado: A doutrina da imitação de Cristo, escrito por Jonas Madureira.
Bom, vamos lá! Na primeira parte, Jonas Madureira definiu o discipulado como ato de seguir Jesus, com seus dois sentidos: seguir Jesus (imitar Cristo) e ajudar alguém a seguir Jesus (ajudar outros na imitação de Cristo). Ele também destacou que o custo do discipulado, refere-se às perdas e ganhos envolvidos em uma decisão.
Se você ainda não leu à Parte 1, acesse o link abaixo:
O Custo do Discipulado - Resumo Parte 1
Nesta segunda parte, o autor aprofunda a discussão sobre o custo do discipulado, especialmente no que diz respeito ao custo de ajudar alguém a seguir Jesus.
O custo de seguir e o custo de ajudar
Madureira afirma que o custo de seguir Jesus é diferente do custo de ajudar alguém a seguir Jesus. O custo de seguir é amor, sofrimento e desapego, mas o custo de ajudar é o próprio seguir.
Isso significa que, para ajudar alguém a seguir Jesus, é preciso, antes de tudo, estar disposto a seguir Jesus. É preciso ter amor a Deus, estar disposto a sofrer e estar disposto a renunciar a si mesmo.
Momento Reflexão: Você realmente é um discípulo de Jesus?
O discipulado como imitação
Madureira também afirma que o discipulado não se reduz a ajudar pessoas a imitar os padrões morais de Cristo. O discipulado é, antes de tudo, uma imitação de Cristo.
Isto é, o discípulo deve se esforçar para viver da mesma forma que Jesus viveu. Ele deve amar a Deus acima de tudo, fazer a vontade de Deus e servir aos outros.
O discípulo deve se inspirar na vida de Jesus, nos seus ensinamentos e nas suas atitudes. O discípulo deve buscar ser como Jesus, em tudo o que fizer.
A cultura de discipulado
Madureira afirma que a cultura de discipulado como imitação de Cristo só será uma realidade nas igrejas locais se, em primeiro lugar, a igreja estiver disposta a assumir o custo do discipulado. Isto é, a igreja deve estar disposta a seguir Jesus e ajudar outras pessoas a seguirem Jesus.
Em segundo lugar, a cultura de discipulado só será uma realidade se os líderes das igrejas locais derem o exemplo. Eles devem ser pessoas que admiram e desejam imitar Jesus.
Conclusão
O autor conclui afirmando que o discipulado é uma maneira de influenciar pessoas pela capacidade que temos de impactá-las com nosso exemplo.
Isso requer a arte do desaparecimento, a fim de que Cristo apareça em nosso lugar: que ele cresça e que a gente diminua (Jo 3.30).
Ser modelo para os fiéis é escolher imitar Cristo, ou seja, fazer de Jesus o modelo para a vida, e não apenas para os fins de semana. Isso vai causar a admiração das pessoas justamente porque seu objetivo não é ser modelo para ser reconhecido, mas ser modelo para Cristo ser visto.
É preciso lembrar que Cristo, seu modelo, acompanhará seu crescimento a cada instante.
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Eu vou ficando por aqui! Te vejo no nosso próximo encontro!
Um grande abraço! Deus te abençoe! Até lá!
Seu irmão Cristo, Tio Leo ✋🏻😃
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